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29 ago

E se a Dilma voltar?

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Desde o início do processo de impeachment que todo mundo sabe que a probabilidade da presidente Dilma ser reconduzida ao seu cargo é quase a mesma que tinha o Juventude de Caxias de ganhar do São Paulo no Morumbi (ops…)

Mesmo assim, empresas e gestores continuam paralisados, como se a confirmação ou não da mudança de governo fosse produzir magicamente um novo ciclo econômico de prosperidade.

O país está atolado num monstruoso déficit fiscal provocado, de um lado por má gestão, de outro pelos infindáveis desvios do dinheiro público e, mesmo que todas as torneiras fossem imediatamente fechadas (o que não está acontecendo e nem vai acontecer) ainda demoraríamos muito tempo para sanear as contas públicas.

O índice de confiança do consumidor subiu nos últimos meses (depois de mais de dois anos em queda), mas ainda está abaixo do 100, que indica neutralidade.

As taxas de desemprego continuam crescendo à medida que as empresas preferem “cortar custos” a gerar mais receitas. Fazendo, elas mesmas, com que seus mercados consumidores encolham.

Não adianta negar, o trabalhador que você demite é o mesmo que vai deixar de comprar os seus produtos e aumentar os seus índices de inadimplência.

Se Dilma voltar o cenário vai ser exatamente o mesmo. Você vai ficar olhando o bonde da história passar ou vai fazer alguma coisa em benefício do seu negócio?

O que você pode fazer para parar a sangria e retomar o crescimento?

  1. Otimizar suas verbas: isso não significa cortar custos, mas gastar de forma a gerar resultados melhores. Você sabe quais são os seus investimentos em comunicação que são mais eficazes? Ou será que seus indicadores estão mais preocupados em medir os meios do que os fins?
  2. Ajustar a pontaria: metralhadoras giratórias podem até acertar seus alvos, mas desperdiçam muita munição. Entender os segmentos de melhor desempenho para o seu negócio é ainda mais crucial no contexto em que vivemos. Os dados estão nas suas mãos, você sabe o que fazer com eles?
  3. Investir na sua força de vendas: contratar bem e qualificar seus vendedores não é opcional. Acreditar que pessoas que só recebam remuneração variável irão trazer resultados é uma ilusão. Seus vendedores são profissionais do ramo ou apenas pessoas que “estão vendedores” por acaso?
  4. Rentabilizar sua própria carteira de clientes: o seu melhor mercado é aquele que está dentro da sua casa. Ignorá-lo é o mesmo que dar os seus clientes de bandeja para os concorrentes. Você não sabe que os seus melhores clientes são também os melhores prospects do seu rival?

Se você não tem nenhum dos problemas que eu citei, meus parabéns. Gostaria de te citar como benchmark.

No entanto, se você se identificou com alguma dessas situações – e gostaria de resolvê-las, te convido a me contatar para conversarmos mais a respeito delas.

Temos soluções para cada uma delas e bons exemplos de clientes que foram bem-sucedidos com a implantação dessas soluções.

 

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